A delegação da Mauritania constituida por cinco partidos majoritàrios em visita ao Marrocos considerou que o plano de autonomia marroquino é uma soluçao politica, de tal forma que o povo saaraui pode encontrar nessa soluçao aquelo que nao encontrara em nenhum outro lugar.
Numa entrevista atribuída ao jornal “ le Matin”, Ahmed Ouled Dowman, chefe do partido Liberal e também chefe da delegação mauritana em visita ao Marrocos declara: "somos partidos que preconizam a unidade dos países árabes e a fortiori a unidade em só um e mesmo Estado".
Acrescenta que a persistência do conflito do Sara custa muito caro aos povos da região em termos de estabilidade e de desenvolvimento socioeconómico. "A tendência actualmente no mundo está à constituição de blocos e de associação regionais."
É necessário, por conseguinte, lutar contra a divisão e a desunião. É por isso que apoiamos sem reserva a diligência marroquina que consiste a encontrar uma solução ao problema do Sara no âmbito de uma larga autonomia sob soberania marroquina "."
Os cinco líderes políticos mauritanos, Ahmed Ouled Dowman (Partido dos liberais) Mohamed Ouled Iddih (Congresso popular) Mohamed Abdellah Otaleb Othman (Aliança democrática) e Lebbat Ouled Ittah (partido da terceira geração) e Mohamed Ouled Bah (Trabalho e unidade nacional) tiveram entrevistas qualificadas "instructivas e conviviais" com o presidente do Corcas quarta-feira na manhã. Ahmed Ouled Dowman sublinhou a esse respeito que estas entrevistas "permitiram de compreender melhor os defensores e os resultados deste diferendo".
No mesmo dia, os líderes dos cinco partidos foram recebidos pelo Primeiro ministro Abbas Al Fassi. Lá também, as entrevistas desenrolaram-se num ambiente marcado "pela confiança recíproca e pela convergência dos pontos de vista".
“E conveniente precisar por último que o o Conselho Consultivo para os assuntos sarauis (Corcas) é constituido por esse motivo como um passo importante para toda regiao” frisando ainda o chefe em nome de todos os outros partidos que intervem de vez em quando quanto ao complemento das respostas no debate com os “Jornais: Sahara e Le Matin” na margem desta visita efetuada ao Marrocos, considerando um passo importante, ter a maioria da populaçao da regiao envolvida e participa ativamente no processo tanto quanto ela é majoritaria, ela é considerada como o ser unico correspondente e essencial para dar o seu parecer”.
O Jornal “Le matin”: Qual é o objecto da vossa visita em Marrocos?
Ahmed Ould Domane: Estamos aqui para contribuir como formação política ao reforço e ao desenvolvimento das relações bilaterais exemplares entre os dois povos marroquino e mauritano.
Esta visita é uma iniciativa que emana de vários partidos da maioria que querem assim exprimir o seu apoio aos esforços de desenvolvimento comprometidos pelo Marrocos no domínio socioeconómico.
Estamos aqui igualmente para felicitar o Reino para as totais obras abertas às reformas empreendidas no planos políticos e institucionais.
Os progressos realizados nos domínios políticos, económicos, sociais e dos direitos do homem forçam a consideração de todos.
No que diz respeito ao negócio do Sara, já que os nossos partidos (anotação, ditos do partido da frente que constitui a maioria e que apoia a presidência) são partidos unidos, que sempre preconizaram a unidade árabe, a nossa posição é clara: somos contra qualquer parcelamento de um país árabe.
É por isso que estamos completamente em prol do plano de autonomia proposto pelo Marrocos. A união é uma necessidade imperiosa num mundo globalizado e faz as associações e alianças. Chamamos também à unidade magrebina tanto quanto a primeira baliza na edificação de um mundo árabe unificado.
Por princípio, chamamos à união dos países árabes contra o colonizador que dividiu os nossos povos, não podemos terminar a obra fragmentado. Por essa razao é necessário trabalhar no sentido da unidade. Porque trata-se do interesse de todos.
É por isso que consideramos que a proposta marroquina relativa à autonomia das províncias do Sudeste é uma proposta objectiva, construtiva e pode muito bem servir de base à uma solução equitativa e justa.
Numa entrevista atribuída ao jornal “ le Matin”, Ahmed Ouled Dowman, chefe do partido Liberal e também chefe da delegação mauritana em visita ao Marrocos declara: "somos partidos que preconizam a unidade dos países árabes e a fortiori a unidade em só um e mesmo Estado".
Acrescenta que a persistência do conflito do Sara custa muito caro aos povos da região em termos de estabilidade e de desenvolvimento socioeconómico. "A tendência actualmente no mundo está à constituição de blocos e de associação regionais."
É necessário, por conseguinte, lutar contra a divisão e a desunião. É por isso que apoiamos sem reserva a diligência marroquina que consiste a encontrar uma solução ao problema do Sara no âmbito de uma larga autonomia sob soberania marroquina "."
Os cinco líderes políticos mauritanos, Ahmed Ouled Dowman (Partido dos liberais) Mohamed Ouled Iddih (Congresso popular) Mohamed Abdellah Otaleb Othman (Aliança democrática) e Lebbat Ouled Ittah (partido da terceira geração) e Mohamed Ouled Bah (Trabalho e unidade nacional) tiveram entrevistas qualificadas "instructivas e conviviais" com o presidente do Corcas quarta-feira na manhã. Ahmed Ouled Dowman sublinhou a esse respeito que estas entrevistas "permitiram de compreender melhor os defensores e os resultados deste diferendo".
No mesmo dia, os líderes dos cinco partidos foram recebidos pelo Primeiro ministro Abbas Al Fassi. Lá também, as entrevistas desenrolaram-se num ambiente marcado "pela confiança recíproca e pela convergência dos pontos de vista".
“E conveniente precisar por último que o o Conselho Consultivo para os assuntos sarauis (Corcas) é constituido por esse motivo como um passo importante para toda regiao” frisando ainda o chefe em nome de todos os outros partidos que intervem de vez em quando quanto ao complemento das respostas no debate com os “Jornais: Sahara e Le Matin” na margem desta visita efetuada ao Marrocos, considerando um passo importante, ter a maioria da populaçao da regiao envolvida e participa ativamente no processo tanto quanto ela é majoritaria, ela é considerada como o ser unico correspondente e essencial para dar o seu parecer”.
O Jornal “Le matin”: Qual é o objecto da vossa visita em Marrocos?
Ahmed Ould Domane: Estamos aqui para contribuir como formação política ao reforço e ao desenvolvimento das relações bilaterais exemplares entre os dois povos marroquino e mauritano.
Esta visita é uma iniciativa que emana de vários partidos da maioria que querem assim exprimir o seu apoio aos esforços de desenvolvimento comprometidos pelo Marrocos no domínio socioeconómico.
Estamos aqui igualmente para felicitar o Reino para as totais obras abertas às reformas empreendidas no planos políticos e institucionais.
Os progressos realizados nos domínios políticos, económicos, sociais e dos direitos do homem forçam a consideração de todos.
No que diz respeito ao negócio do Sara, já que os nossos partidos (anotação, ditos do partido da frente que constitui a maioria e que apoia a presidência) são partidos unidos, que sempre preconizaram a unidade árabe, a nossa posição é clara: somos contra qualquer parcelamento de um país árabe.
É por isso que estamos completamente em prol do plano de autonomia proposto pelo Marrocos. A união é uma necessidade imperiosa num mundo globalizado e faz as associações e alianças. Chamamos também à unidade magrebina tanto quanto a primeira baliza na edificação de um mundo árabe unificado.
Por princípio, chamamos à união dos países árabes contra o colonizador que dividiu os nossos povos, não podemos terminar a obra fragmentado. Por essa razao é necessário trabalhar no sentido da unidade. Porque trata-se do interesse de todos.
É por isso que consideramos que a proposta marroquina relativa à autonomia das províncias do Sudeste é uma proposta objectiva, construtiva e pode muito bem servir de base à uma solução equitativa e justa.
